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DJ NEWS SPECIAL :::.. Twisted Da redação |
28/10/2004 |
Em 1997, o jornalista/ cantor/DJ Stewart Who? gravou um disco de música eletrônica com o DJ londrino Wayne G. chamado "Twisted". A letra da música fala sobre um estilo de vida onde a diversão é o único objetivo e as festas duram 48 horas.
O álbum fez enorme sucesso nas paradas dance européias e a dupla entrou em turnê que passou pela Austrália, Estados Unidos (Nova York, Los Angeles, Palm Springs), além de várias capitais européias e festas em alto-mar. Os meninos viraram celebridades.
Diário de Bordo
Pois bem, Wayne G e Stewart Who? rodaram o mundo todo, nas melhores e maiores festas gays. Tocaram em privates dentro de iates, clubes undergrounds, label-parties e afins. O melhor é que eles documentaram tudo, em vídeo, tipo um diário de bordo da dupla.
O resultado de todo o material coletado, devidamente editado e com comentários afiados dos garotos, é o documentário Twisted, que cobre de maneira eficaz a cena clubber gay dos últimos 4 anos. E o filme será exibido no Festival MixBrasil12 em São Paulo, Rio e Brasília.
O documentário mostra cenas das big-parties gays americanas, como a White Party; a polêmica Parada Gay de Roma de 2001 (edição que o Vaticano quis proibir), entre outras pérolas. O filme também reafirma o gosto musical 'universalizado' da cena gay, que eles próprios ajudaram a construir.
O documentário é costurado com divertidos comentários de Wayne e Stewart dentro de quartos de hotel de diversos países.
Conheça os meninos
Wayne G
Nacido em 1974, Wayne é um dos mais jovens e respeitados DJs da cena gay mundial. Sua estréia aconteceu na famosa festa Red Heart em abril de 1996, ao lado de Grace Jones, para um público de mais de 3 mil pessoas. Seu sucesso súbito o colocou ao lado dos maiores DJs londrinos. Logo se tornou residente da Warrior em Turnmills (onde acontece a Trade), ao lado de Blu Peter e Mrs. Wood. Esse foi um grande passo para Wayne, que conquistou fãs na cena underground.
Pouco tempo depois, Wayne juntou-se a Stewart Who? da QX Magazine e juntos produziram a música "Twisted". A faixa faz uma sátira da vida noturna de Londres e se tornou um dos maiores sucessos do ano. A frase que abre a música, "Excuse me, do you fuck as well as you dance?" foi sampleada e usada por centenas de DJs em todo o mundo. Grandes gravadoras e selos disputaram o lançamento da música.
O top-produtor Danny Tenaglia se ofereceu para fazer um remix de "Twisted", relançado em 1998, com mais de 150 mil cópias vendidas. O sucesso da faixa gerou o álbum "Through the K-Hole". No mesmo ano a Heaven - lendário clube gay londrino - convidou Wayne para fazer parte de seu staff, e desde então ele figura como residente e principal atração da casa.
Wayne discotecou em festas enormes por todo o mundo, incluindo Sydney Mardi Grãs, White Party, World Pride (Roma) e o festival Adventjah na Austrália.
Desde 1998 ele também faz remix para outros artistas, como Cher, Madonna, Backstreet Boys, Jimmy Somerville, Holly Johnson, Whitney Houston, Dana International, Love inc., Modern Talking, The Gibson Brothers, Candi Staton, Shola Ama, Olive and N-tyce Wayne desenvolveu um estilo único, influenciado pela hi-energy européia, criado especialmente para pista da Heaven.
Ele também abriu um próprio selo, a Fluff Records, com a ajuda da gravadora Truelove Label Collective. Entre os artistas contratados estão Marc Andrews, da lendária Love Muscle, Grip, coqueluche de Ibiza, e D-Bop, cujo primeiro single, "Fell Like Dancing", foi eleito o single do mês pela revista Musik. Wax, QX e Oi!
Stewart Who?
A paixão de Stewart pela música eletrônica começou nos anos 90. Ainda jovem promoveu festas gratuitas para os clubbers de sua cidade, Liverpool. Devido ao sucesso de suas festas, Stewart foi convidado a tocar em alguns clubes de sua cidade como o Liverpool´s 501, The State, Wildlife, The Academy e Bar Baa.
Stewart criou e ainda promove a noite de quintas feiras no Bar Code ´Homosocial´ onde ele toca um mix de house, R&B e hits. Stewart também reside na área VIP dos clubes Fiction, The Cross, Action, Café de Paris, Bar Code e Diskocreme
Tudo isso sem falar na sua residência no clube londrino Heaven onde ele toca para uma média de 3 mil pessoas.
No começo do ano ele tocou para mais de 5 mil pessoas em um festival de Moscou e em setembro abriu a semana de moda de Londres para um público de modelos, astros de rock e celebridades européias.
O maior talento de Stewart é chegar numa festa, reconhecer o público e então tocar para esse público. Ele sempre quer que através de suas músicas as pessoas conheçam umas as outras, fiquem felizes e dancem.
Wayne G e Stewart Who? estarão em São Paulo convidados pelo Festival MixBrasil e pelo clube Ultralounge. A dupla apresentará as sessões de seu filme é será atração da festa MEGA, que rola no dia 12 de novembro (sexta-feira) na Casa das Caldeiras, em São Paulo.
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Objetivo Diversão |
4/11/2004 |
O DJ, cantor e jornalista Stewart Who?, 34, é um dos top-DJs da cena gay mundial. Ele e seu parceiro e amigo Wayne G vêm ao Brasil no próximo dia 12 de novembro para um set list que deve incluir a música Twisted, lançada em 1997, hit em pistas de clubes mundo afora e que inspirou o documentário homônimo que será exibido no Festival Mix Brasil 2004.
Na entrevista, Who? fala sobre o início de sua carreira, sobre o documentário e, claro, sobre as festas em que tocou em todo o mundo. Ele se declara usuário de ecstasy, mas foi categórico em afirmar que tudo o que é feito em excesso se torna “chato”. “Eu nunca quis ser a celebração da cultura de drogas”, disse o DJ em entrevista realizada por e-mail.
Residente do clube Heaven, em Londres, Who? já se apresentou para multidões em festas na Europa e, no começo do ano, tocou para mais de 5 mil pessoas em um festival de Moscou. O solteiro DJ, que já veio ao Brasil, mas nunca tocou para o nosso público, deverá mostrar agora porque é tão cultuado na cena gay.
Quem é Stewart Who? Me fale um pouco de sua carreira. Como começou a tocar?
Quando comecei como jornalista na [revista] QX há dez anos, todos os redatores eram desconhecidos. Podíamos caluniar e chocar sem nos responsabilizarmos por nossas opiniões. Mas, infelizmente, ninguém sabia quem eu era. Quando comecei a escrever sobre os clubes, eu dizia: “Olá! Eu sou da QX Magazine”. Em todas as ocasiões, eles me respondiam dizendo: “Stewart Who?”. Foi assim que nasceram meu nome e minha identidade atual.
Comecei a tocar em Liverpool no começo dos anos 90 como estudante. Eu transformei minha casa em um clube com ambientes, luzes e lugares para o chill-out. Vivíamos em uma região menos favorecida (Toxteth) com problemas de drogas e tensão racial. A polícia raramente vinha em nossa região, exceto quando havia conflitos, o que significava que podíamos ter festas com som alto que duravam dias. Às vezes, eu tocava por 48 horas sem parar.
Quando me mudei para Londres, trabalhei como hostess em um sex club chamado The Glory Hole. Um dia o DJ não compareceu, então essa foi minha primeira experiência em Londres. Vi muitas coisas estranhas enquanto trabalhei lá. Um homem teve um ataque cardíaco quando transava, e seu corpo nu teve que ser carregado para fora do clube. Também encontrei uma perna falsa no dark-room no final da noite.
Me fale um pouco da música Twisted.
Twisted é um comentário sobre o orgulho sombrio e deturpado das pessoas. Quando escrevi essa música eu trabalhava na Trade [after-hours gay de Londres famosérrimo] e escrevia artigos para a QX. Eu trabalhei a maior parte da minha vida em clubes e observei (e me envolvi) em comportamentos destrutivos. As drogas podem torná-lo sexualmente obcecado, egoísta, ganancioso e insensível. Basicamente, eu quis capturar os padrões de pensamento que acontecem sob a influência das drogas. Eu nunca quis ser a celebração da cultura das drogas – mas muitas pessoas interpretaram assim. Não esperávamos que a música tocaria fora de Londres e ficamos bastante surpresos quando se tornou um sucesso em clubes héteros e gay no mundo todo.
Você realmente acredita que a diversão deve ser o único objetivo de nossas vidas?
Depende do que você define como diversão. Ser feliz consigo mesmo deveria ser o objetivo de nossas vidas. Faça algo em excesso e isso deixará de ser divertido. Drogas, sexo, álcool, comida, exercícios, dormir – se você fizer essas coisas em excesso elas se tornarão chatas. Acredite, eu tentei. Infelizmente, a nossa tendência é olhar para o que os outros fazem. Esse é o caminho mais rápido para a miséria. Eu conheço isso, também.
Qual foi a melhor festa em que você já tocou?
Foram muitas na verdade. Tocar no bar Coco Loco no Privelege em Ibiza foi fantástico. A noite se chamava Fuck House. Havia pessoas lindas fazendo sexo em todos os lugares, a atmosfera era fantástica e as pessoas adoraram a música. Eles me pagaram muito bem no final da noite, o que também ajuda.
Como é ser jornalista, cantor e DJ ao mesmo tempo? Como você divide todas essas funções? Você dá conta de tudo?
Eu vivo em uma espécie de caos organizado. Eu fico sempre estressado e sou viciado em deadlines, mas quase sempre deixo as coisas para o último minuto. Desde que saí da QX e me tornei um jornalista freelancer, a pressão reduziu enormemente. Eu costumava trabalhar sete dias por semana. Não era muito bom para a saúde, nem para o corpo nem para o espírito. Quando você fica mais velho passa a comer comida saudável em casa. Mas acredito que sou workaholic. Também não tenho namorado, o que ajuda. Se eu não estou trabalhando, gosto de ficar sozinho e rir com meus amigos.
Quais são as diferenças em tocar em uma festa particular ou em label parties?
Eu adoro festas particulares. Especialmente festas ao som de house onde as pessoas relaxam mais. Em um clube ou em uma label party, pessoas pagaram para estar lá e esperam profissionalismo, o que é compreensível. Em uma festa privada eu posso discotecar enquanto converso com as pessoas, receber as pessoas na cabine...
Como surgiu a idéia de realizar o documentário Twisted?
Após comprar um câmera digital, Wayne foi convidado para tocar pela primeira vez nos EUA. Com a idéia de falar sobre esse debut no país, eu fui com ele para documentar o fato. Mas nenhum de nós esperava que alguns anos depois a loucura em Los Angeles se tornaria um documentário a ser exibido no Brasil. Grande parte do mundo ocidental foi influenciado por reality shows. Como ávidos telespectadores de Big Brother, Wayne e eu abraçamos o conceito do vídeo-diário profissional. Essas fitas foram se acumulando e resolvemos não assisti-las. Descobrimos que após tomar seis garrafas de vinho e uma dúzia de ecstasy, olhar para o resultado do vídeo poderia ser perturbador.
Como você selecionou o material?
Depois que decidimos transformar nossos diários em um filme, precisávamos encontrar um editor. Paul Hammacott trabalhou em muitos reality shows. Inicialmente, a idéia era que o filme fosse a história de Twisted. Basicamente, queríamos que o filme fosse rápido, como uma montanha-russa, chocante e visualmente interessante. Paul é um ótimo editor e seu estilo e habilidades são responsáveis pela qualidade do filme. O diário original é muito estúpido, mas Paul colocou tudo junto de tal maneira que pareceu que queríamos fazer um filme sério.
Me conte um pouco sobre sua parceria com Wayne G.
Nos conhecemos no escritório da QX. A carreira dele de DJ e produtor estava apenas começando e ele queria que usar minha voz para um CD de techno que pretendia lançar. Foi assim que Twisted veio ao mundo. Anos mais tarde, eu não tive muita sorte. Fiquei sem casa, fraturei meus joelhos e entrei em depressão. Wayne gentilmente se ofereceu para me hospedar. Isso aconteceu alguns anos atrás. Eu nunca o deixei e estamos juntos até hoje.
Quais são as diferenças em tocar em uma festa particular ou em label parties?
Eu adoro festas particulares. Especialmente festas ao som de house onde as pessoas relaxam mais. Em um clube ou em uma label party, pessoas pagaram para estar lá e esperam profissionalismo, o que é compreensível. Em uma festa privada eu posso discotecar enquanto converso com as pessoas, receber as pessoas na cabine...
Como surgiu a idéia de realizar o documentário Twisted?
Após comprar um câmera digital, Wayne foi convidado para tocar pela primeira vez nos EUA. Com a idéia de falar sobre esse debut no país, eu fui com ele para documentar o fato. Mas nenhum de nós esperava que alguns anos depois a loucura em Los Angeles se tornaria um documentário a ser exibido no Brasil. Grande parte do mundo ocidental foi influenciado por reality shows. Como ávidos telespectadores de Big Brother, Wayne e eu abraçamos o conceito do vídeo-diário profissional. Essas fitas foram se acumulando e resolvemos não assisti-las. Descobrimos que após tomar seis garrafas de vinho e uma dúzia de ecstasy, olhar para o resultado do vídeo poderia ser perturbador.
Como você selecionou o material?
Depois que decidimos transformar nossos diários em um filme, precisávamos encontrar um editor. Paul Hammacott trabalhou em muitos reality shows. Inicialmente, a idéia era que o filme fosse a história de Twisted. Basicamente, queríamos que o filme fosse rápido, como uma montanha-russa, chocante e visualmente interessante. Paul é um ótimo editor e seu estilo e habilidades são responsáveis pela qualidade do filme. O diário original é muito estúpido, mas Paul colocou tudo junto de tal maneira que pareceu que queríamos fazer um filme sério.
Me conte um pouco sobre sua parceria com Wayne G.
Nos conhecemos no escritório da QX. A carreira dele de DJ e produtor estava apenas começando e ele queria que usar minha voz para um CD de techno que pretendia lançar. Foi assim que Twisted veio ao mundo. Anos mais tarde, eu não tive muita sorte. Fiquei sem casa, fraturei meus joelhos e entrei em depressão. Wayne gentilmente se ofereceu para me hospedar. Isso aconteceu alguns anos atrás. Eu nunca o deixei e estamos juntos até hoje.
Quais são as principais diferenças entre vocês?
Wayne tem mais cabelo do que eu, é mais baixo e tem um problema sério com bebidas. Sério? No início, eu achei que éramos muito diferentes, mas ambos viemos de famílias humildes e trabalhadoras. Ambos temos um humor diabólico e nenhum de nós resiste a uma festa. Fui para a universidade, o que significa que li mais livros e pareço mais educado – mas na verdade, sou rude. Wayne lida bem com os números e com a criação de músicas. Sou ótimo com as palavras e em criar problemas.
Você acredita que é responsável por universalizar a música na cena gay?
Não. Absolutamente. Eu acho que o Gaydar é responsável por isso.
O que há de melhor e pior na cena gay?
A melhor coisa na cena gay é que você pode chegar em qualquer cidade no mundo como um completo desconhecido e em poucas horas você encontra sexo, diversão, amor, amizade e festas que duram a noite inteira – principalmente se você tem um corpo perfeito. Uma boa personalidade e inteligência não são bem-vindas na cena gay. E isso é o pior dela – ninguém quer te conhecer, quando você está velho e feio, ao menos que você seja muito rico, aparecem vários garotos se esfregando nas suas calças.
Como a cena gay te influencia como DJ?
A cena gay paga minhas contas e tocarei qualquer coisa que faça com que os garotos enlouqueçam e sorriam para mim. Isso é ser “influenciado” ou isso me faz um puto?
Como é tocar na Heaven?
Tocar na Heaven é sempre uma alegria porque é como se fosse minha segunda casa. Eu conheço todas as pessoas que trabalham lá, DJs, barmen, gerentes etc. Eu fofoco com o dono várias vezes por semana pelo telefone. Eu me sinto muito relaxado lá e é uma honra tocar no clube mais famoso do mundo.
Fale um pouco sobre suas festas na Heaven.
Recentemente, mostramos nosso video e tocamos Twisted várias vezes. Fiz um live PA calçando uma plataforma glitter e vestindo uma roupa de ginasta feita de PVC. Eu aterrorizei a platéia.
Você se lembra qual foi o maior público para quem você tocou?
Foi quando a Cher fez um show lá (na Heaven). Foi eletrizante. Nunca vi tanta gente apertada no mesmo espaço.
Você já tocou no Brasil?
Não. Eu fui ao Rio e São Paulo para a [festa] Millenium. No reveillon de 1999 para 2000, estive em Ipanema, me vesti todo de branco, admirando os fogos. Me senti muito sortudo de estar lá e rezei que um dia voltaria. Nunca imaginava que seria devido ao meu filme e que tocaria aí.
Quais são suas expectativas?
Espero que eu e Wayne nos envolvamos com problemas como sempre.
O que você conhece sobre a música eletrônica brasileira?
Eu sou completamente ignorante sobre esse gênero, mas me parece boa. Espero ouvir um pouco quando chegar aí.
Drops Extra :::..
Bem, como as notícias não param de chegar à redação, tive que postar mais esse drops para a alegria geral da nação e dos paulistanos, afinal de contas finalmente São Paulo está se destacando no cenário do circuito mundial e mesmo em relação ao Rio, cidade que era a única a trazer os grandes nomes das pistas americanas. Pois é, nós já conferimos Thunderpuss, Victor Calderone, Escape, Abel Aguilera, David Knapp (só para citar os mais famosos) e agora vem mais por aí, ninguém menos que Peter Rauhofer (na Level)! E ele não está só não, outras atrações estão para desembarcar na cidade da garoa. São eles: Billie Carol (na Babylon) e Wayne G (no Ultralounge).
Agora é esperar pra conferir se os caras são tão bons na cabine quanto no estúdio! Até lá!!

DJ NEWS :::..
Apresenta:
JAMES ANDERSEN
No dia 6 de novembro a partir das 23:30h a Level Club traz mais uma de suas atrações Internacionais que foram programadas para o ano.
Com mais de 12 anos de experiência como violinista clássico, James Andersen passou de membro da Orquestra Sinfônica de Wisconsin a Dj renomado, animando multidões de Nova Iorque a Tel Aviv.
Começou a tocar a 10 anos e fez seu nome tocando em clubs como Jackie 60, Limelight e Palladium em Nova Iorque. John Blair, rei da noite gls de Nova Iorque, convidou-o para tocar na festa semanal Boys Life e mais tarde ofereceu a ele uma residência no Roxy.
Promoters de todo o mundo começaram a convidá-lo para tocar, e além da residência no Roxy, ele conseguiu residências nos clubs Crobar (Miami), Nation (DC), Avalon (Boston), Dome (Tel Aviv) e Womb (Tokio), e tocar em grandes eventos como White Party, Hotlanta, Gay Disney e Wild and Wet.
Atualmente, James se prepara para uma das suas maiores datas até hoje, um evento na Black & Blue em Montreal, no Estádio Olímpico, onde se apresenta para 15.000 pessoas.
Ele também produz e remixa, e e uma de suas faixas mais recentes é "Show Me" de Suzanne Palmer.
LINE-UP
PAULO CIOTTI
RENATO CECIN
JAMES ANDERSEN
Preços
R$20 Com Flyer
R$25 Sem Flyer
LEVEL CLUB
Avenida Marquês de São Vicente, 319.
Barra Funda
Info: 3392.4151 / 3392.4144
Drops :::..
Olá, pessoal! Hoje vim divulgar links de dois grandes amigos para vocês que com certeza vai agradar! Trata-se do site do DJ e Produtor Eduardo Yanez e do blog do também DJ/Produtor J. Hurricane. Lá vocês vão encontrar também muita informação sobre Club House, Tribal, além de conferir Top 10 e baixar faixas exclusivas de produtores nacionais. Enjoy it!

DJ Edu Yanez: http://www.eduardoyanez.com.br

DJ J. Hurricane: http://www.junior.blogger.com.br
NEWS :::..
02/11/2004 - 18h14
Madonna poderá estrelar campanha publicitária da Versace
da Redação![]()
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Madonna poderá estrelar a nova campanha publicitária da marca italiana Versace em 2005, informa o site Ananova.com.
De acordo com a porta-voz de Madonna, Liz Rosemberg, a estrela pop e a estilista Donatella Versace estão conversando sobre o assunto, mas "Madonna ainda não tomou uma decisão".
Caso a negociação dê certo, Madonna será fotografada pelo italiano Mario Testino para promover a coleção primavera 2005 da grife. A cantora já estrelou uma campanha da Versace há dez anos, também clicada pelo fotógrafo.
Em 2003, Madonna participou, ao lado da rapper Missy Elliot, de um comercial de TV da cadeia de lojas de roupas norte-americana Gap.
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:: RuPaul acredita que está sendo boicotada pela mídia |
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A diva acusa o dono da revista US Weekly, Jann Wenner, de traição. “A US Weekly disse que não tinha o interesse de falar sobre meu álbum, mas que iria considerar a inclusão de minhas músicas no line-up da [festa] Fashion Police”, escreveu RuPaul no e-mail obtido pelo New York Daily News. “Não, obrigado. Isso significa dizer a um negro que ele não é bem-vindo em uma festa de brancos, ao menos que eles limpem a mesa e lavem os pratos”. RuPaul acrescentou, de forma sarcástica: “A mensagem é: minha música só tem importância quando falo do estilo hétero”. As críticas também foram dirigidas para Ellen DeGeneres. “Tenho participado de todos os programas, mas fiquei chateada quando Ellen escalou o rapper Mase para participar de seu talk show. Ela me deve algo só porque é lésbica? Claro que não”, escreveu a drag, que acrescentou: “Mas eu vou divulgar o meu disco de qualquer jeito”.
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| Divulgação |
Novidade: Justin Timberlake no seriado The O.C.
Depois de Justin Timberlake debutar no cinema no longa Edison, teria chegado a vez do ex-N'Sync fazer sua estréia na TV.

Divulgação
De acordo com uma revista americana, Timberlake estaria negociando com os produtores do seriado The O.C sua participação na segunda fase da atração. O namorada de Cameron Diaz seria um bad boy que faz uma visitinha à comunidade de Orange County, em Newport.
Mas quem não teria gostado nem um pouco da entrada de Justin seria o ator da série Adam Brody, já que sua namorada Rachel Bilson, que atua ao lado dele, teria uma queda pelo astro pop.
Só ela?!
Da Redação
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