CLUB HITS na EJOY MOON :::..

Quarta-feira chuvosa em São Paulo, final de expediente na Globo.com e eu vou até a seção onde meu colega de trabalho, DJ e produtor J.Hurricane se encontra, para me despedir. Ele me informa que vai se encontrar com seu amigo (e também DJ) Itaquê que veio direto de Fortaleza para a semana de festas que vai bombar a cidade como nunca se viu antes.
Resolvi esperar mais uma hora e ir junto com ele para o famoso Shopping Frei Caneca, situado na rua de mesmo nome. A chuva dá uma trégua e vamos de carro com meu amigo Adriano. Ao chegarmos lá, uma surpresa. Sentados à mesa, não somente o DJ Itaquê, mas ninguém menos que a dupla de disc jockeys de São Luis, VMC e Macau, mais conhecidos nacional e internacionalmente como ALTAR.
Depois de devidamente apresentados, conversamos sobre as novidades e expectativas para a festa Ejoy no Anhembi. Nesse meio tempo, surge ninguém menos que Ricky Mastro e Rodrigo Zanardi, os responsáveis pela festa EJoy Moon, acompanhados pelo André, ex gerente do [ultralounge] de S. Paulo e atual dono da filial de mesmo nome em Fortaleza. A ironia do destino é que eu já conhecia todos eles. O André era o gerente do antigo [ultralounge], Ricky Mastro, figurinha carimbada no mesmo club e chegamos a nos cumprimentar algumas vezes, pois ele é conhecido do DJ Douglas Penido, que como todos sabem, é um grande amigo meu. Ricky foi gerente do [ultralounge] de Campinas, onde eu também tivemos contato e Rodrigo Zanardi era outro frequentador assíduo da casa e eu o via por lá quase todas as noites.
André nos presenteou com a viseira oficial da festa, aliás eu estava mesmo querendo uma depois ter visto a Drag Queen Bianca Exótica presentear o entrevistador JÔ Soares em seu programa.
Ainda falando sobre a Ejoy, é impressionante ver como essa festa está sendo divulgada. São outdoors com a foto da diva Deborah Cox espalhados pela cidade. Um grande banner da cantora nos Jardins, bairro frequentado pelos circuit boys da cidade e de fora, flyers, livretos, cartases afixados nas ruas, viseiras sendo distribuidas em pontos-chave de S. Paulo, enfim.. uma divulgação tão grande quanto o próprio evento em si. Algo que, sem dúvida alguma vai ficar pra história de Sampa como a maior festa de House Music que esse país já teve.
Todas as pessoas que eu conversei me falaram que estarão na festa. Usuários do Filetopia, DJs, promoters, Drags, repórteres e correspondentes de outros sites, enfim... a cidade em peso estará lá, afinal o público esperado é de 40 mil pessoas e ninguém quer perder a oportunidade de ver pela primeira vez no Brasil, a cantora Deborah Cox e ainda de quebra conferir o set de 3 gigantes da cena club americana: Giangi Cappai (Alma Matris), Yiannis Outstanding e Tony Moran.
Como vocês devem saber, estarei na Ejoy oficialmente como Imprensa, cobrindo todos os detalhes dessa maravilhosa festa junto com meu fotógrafo Fábio Trindade. Também estão confirmadas as presenças da equipe do site Night Base com Marcella Holloway e J. Hurricane.
Aguardem a cobertura completa do evento com fotos e set list dos deejays, além das canções cantadas por Deborah! Até lá!
Confira em primeira mão o flyer oficial da festa na The Week com o TOP DJ Peter Rauhofer!


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Deborah Cox |
26/4/2005 |
Um misto de dúvida e excitação pairou entre os fãs quando eles souberam que a top-diva gay Deborah Cox viria cantar no Brasil. Muita gente parecia não acreditar na notícia, mas quando o MixBrasil informou, em primeira mão, que a cantora canadense se apresentaria no Anhembi, em São Paulo, no dia 27 de maio (saiba mais), os boatos cessaram: pela primeira vez, Deborah pisará em terras brasileiras no próximo mês.
A trajetória da diva, nascida em 1973, começou em 1995, quando ela lançou o single “Sentimental”, seguido por “Who do You Love”, que vendeu mais de 500 mil cópias. Depois disso, ela estourou em todo o mundo, principalmente na Europa. Seu álbum seguinte, “One Wish”, ficou entre os mais vendidos nas paradas de R&B por 14 semanas. O público gay abraçou Deborah imediatamente, transformando-a num ícone. Na entrevista exclusiva ao Mix, a cantora afirmou não entender o porquê dessa identificação, mas agradeceu ao público gay por sua fidelidade nesses quase 11 anos de carreira.
Deborah também revelou suas expectativas para seu show no Brasil, onde ela promete cantar todos seus hits (fãs, fiquem tranqüilos, é claro que “Nobody´s supposed to be here” está incluída). “Estou ansiosa para conhecer um país lindo com pessoas lindas e espero me divertir muito!”, disse a diva, que admitiu que já tentou visitar o país outras vezes, mas que isso não aconteceu por problemas na agenda.
Atualmente, Deborah – que esteve na parada da BillBoard Dance com o remake de “Something Happened on the Way to Heaven”, de Phil Collins - trabalha em seu novo álbum, mas seu último CD, “The Morning After”, ainda é um sucesso que ecoa em todo o mundo. No ano passado, a cantora fez seu debut na Broadway, no musical Aida, de Elton John e Tim Rice. Com uma repercussão gigante, Deborah foi mais uma vez merecidamente celebrada!
Você é considerada uma diva gay. Na sua opinião, por que você gera tamanha identificação no público gay?
Deborah - Nossa, que grande elogio! Eu me pergunto sobre isso há muito tempo. Essa é uma questão que eu deixo para ser respondida pela comunidade porque eu realmente não sei. O que eu sei é que esse público tem sido bastante fiel comigo e por isso mesmo eu sou muito grata a ele.
Esta será sua primeira vez no Brasil. Quais são expectativas?
Deborah - Eu só ouvi coisas incríveis sobre o Brasil. Eu tentei visitá-lo nos últimos anos, mas sempre tive problemas com a agenda. Estou ansiosa para conhecer um país lindo com pessoas lindas e espero me divertir muito!
Me conte um pouco sobre seu novo álbum, The Morning After. Você parece estar mais madura. Como ele foi recebido pelo público?
Deborah - Estou muito orgulhosa com o novo álbum, infelizmente ele surgiu num período de transição na gravadora e eu não pude divulgá-lo o quanto eu queria, o que me levou a sair de lá.
Sua música caminha entre o pop, dance, R&B. O que você tira de influência desses ritmos? É fácil para você passear por entre eles?
Deborah - Eu tenho influência de vários gêneros, para mim é tudo música e eu adoro tocar todos eles. Isso é difícil porque estou em uma indústria que pensa que um artista tem que se encaixar num gênero específico devido ao marketing, mas eu recuso qualquer rótulo. Eu gravei uma música de rock chamada “Stupid Like You”, que será lançada na Europa em maio.
Você viajou para a Uganda e Moçambique para fazer um show beneficente para uma entidade que cuida de crianças carentes. Como é esse seu comprometimento com causas humanitárias?
Deborah - Ainda estou fortemente comprometida em fazer o que posso para ajudar causas humanitárias. Eu acredito que é importante fazer pelos outros o que os outros não podem fazer por si mesmos. Minhas viagens a Uganda e Moçambique foram muito recompensadoras. Eu tive a oportunidade de ver o pouco que precisamos para fazer um mundo de diferenças nas vidas das pessoas das regiões que visitei.
Como você avalia sua carreira desde o primeiro single até agora?
Deborah - Meu primeiro single foi “Sentimental”, seguido por “Who do You Love”, em 1995. É difícil avaliar minha carreira porque é mais do que um trabalho, é minha vida também. Não importa se eu tenho um trabalho gravado ou não, sou Deborah Cox e isso acontece com altos e baixos. Eu gravo desde 1995 e atualmente estou trabalhando em meu novo álbum com Jimmy Jam & Terry Lewis.
Como será seu show no Brasil? O que você irá cantar?
Deborah - Meu show no Brasil terá uma energia incrível e eu cantarei todos os meus hits.
Você teve algumas de suas músicas remixadas por DJs famosos. Você tem algum DJ favorito?
Deborah - Eu não tenho nenhum DJ favorito porque eu me relaciono bem com todos eles. Se eu tivesse que escolher eu diria que é o Hex [DJ Hex Hector] porque foi o que me ajudou no começo da carreira.
Fonte: Mix Brasil
FALTAM 02 DIAS PARA A EJOY MOON C/ DEBORAH COX!

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